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Dentro da comunidade de pesquisa e educação, a colaboração é crucial. Desde a física de alta energia e astronomia à pesquisas médicas e estudos ambientais, a capacidade que as equipas de todo o mundo têm de trabalhar em conjunto e compartilhar dados e serviços resultou em avanços incríveis em várias áreas de trabalho. A eduGAIN tem sido fundamental na efectivação desse tipo de colaboração. Com uma estimativa de 27 milhões de usuários em 3.000 instituições que acessam mais de 2.000 serviços diferentes em todo o mundo, a eduGAIN tem sido uma incrível história de sucesso. Os países membros da eduGAIN estão ajudando a acelerar esse sucesso, e juntar-se à família eduGAIN beneficiando aos estudantes, funcionários e pesquisadores desse País no acesso a serviços mundiais, mais ainda melhorando a capacidade de trabalhar em conjunto com toda a comunidade de pesquisa e educação.
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É por isso que a eduGAIN tem o prazer de receber Moçambique e Marrocos como membros da eduGAIN, para aumentar ainda mais as oportunidades de os estudantes e pesquisadores africanos trabalharem com os seus pares de todo o mundo. A CAFMoz (Comunidade Académica Federada de Moçambique) foi aprovada como membro da eduGAIN a 29 de julho de 2018, tornando-se o 59º membro. O serviço de inter-federação da eduGAIN conecta federações de identidade em todo o mundo, simplificando o acesso a conteúdo, serviços e recursos para a pesquisa e a educação globais. O trabalho para a criação da CAF-Moz teve seu início em 2016 e foi oficialmente reconhecido em 2017 como a federação de Identidade da MoRENet, a Rede de Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa de Moçambique, num processo apoiado pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa. (RNP). Este marco representa um avanço para as comunidades académica e de pesquisa de Moçambique, permitindo-lhes acesso a serviços de inter-federação internacional através de partilha de informações com outros membros da eduGAIN. Apenas as instituições ligadas à rede MoRENet podem beneficiar deste serviço. Essa conquista foi resultado do trabalho duro feito pela equipa técnica da MoRENet no sentido de cumprir todos os requisitos necessários para a associação e aprovação pela equipa da eduGAIN.

Fragmentos de ossos de animais e rochas indicam a existência de nossos ancestrais na região quase 1 milhão de anos antes do que se calculava. A revista científica Science publicou um artigo que pode alterar a forma como os cientistas vêem a presença de hominídeos na África. O estudo, liderado pelo Centro Nacional de Investigação sobre a Evolução Humana (CNIEH), da Espanha, revelou a descoberta de ferramentas de pedra e ossos de animais na Argélia que sugerem a existência desses seres no continente africano muito antes do que os arqueólogos pensavam.
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Os novos dados indicam uma dispersão dessas ferramentas da África Oriental para outras regiões do continente ou o surgimento da manufactura desses artigos em múltiplos locais em um período parecido. Essa região da África é considerada o berço do uso de artigos de pedra, muito usados por nossos ancestrais hominídeos. Os exemplos mais antigos dessas peças dos quais temos conhecimento vêm de 2,6 milhões de anos atrás. Exemplares dessas ferramentas já haviam sido encontrados também no norte do território continente, e sua idade foi estimada em 1,8 milhões de anos. Até recentemente, eles eram considerados os materiais arqueológicos mais antigos da região. No entanto, a nova pesquisa liderada pelo CNIEH apontou para novas evidências (especificamente artefactos de pedra e ossos de animais) que são quase meio milhão de anos mais velhos do que as peças que se conhecia anteriormente. Os itens foram encontrados na porção leste da Argélia, ao norte do território, e aparentam ser de 1,9 a 2,4 milhões de anos atrás. De acordo com os autores do estudo, a nova descoberta torna o local em que as ferramentas foram encontradas o lugar mais antigo do norte da África a apresentar provas do uso de ferramentas por parte dos hominídeos.

ISEDEL gradua noventa técnicos superiores. O Instituto Superior de Estudos de Desenvolvimento Local (ISEDEL), realizou no dia 7 de Dezembro 2018, a primeira cerimónia de graduação. Uma cerimónia que teve lugar no Parque de Ciência e Tecnologia da Maluana, localizado no distrito da Manhiça.
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a cerimónia de graduação lançou para o mercado de trabalho, noventa profissionais dos cursos de Psicopedagogia, Serviço Social e Desenvolvimento, Administração Pública e Ciência Política, Antropologia de Desenvolvimento, Antropologia Médica e Saúde Pública, Gestão de Recursos Naturais e Meio Ambiente, Contabilidade e Auditoria, e Nutrição e Tecnologia Alimentar. No seu discurso, o Director Geral do ISEDEL, Prof. Doutor Narciso Mahumana, falou do percurso que a instituição que dirige fez até esta cerimónia, destacando a evolução que esta teve, desde o início das suas actividades pedagógicas em 2013. Na ocasião agradeceu todos os que acreditaram no projecto desde que este ainda era uma ideia e falou dos primeiros 30 estudantes que se inscreveram no ISEDEL quando o ISEDEL era uma instituição desconhecida e sem nenhuma referência no mercado, merecendo deste modo a confiança destes estudantes que não confundiram instalações bonitas e bem apetrechadas com o saber científico. Falou dos principais desafios e dificuldades, dando condolências aos estudantes falecidos. Terminou o seu discurso desafiando os recém graduados a darem valor e usar a ciência para a resolução dos problemas sociais do dia-a-dia, contribuir para a transformação da realidade social e para o desenvolvimento o país. Por sua vez, Administradora do Distrito da Manhiça, congratulou os graduados tendo dito na ocasião que esta primeira graduação irá contribuir para a redução do défice de quadros com qualificações académicas e profissionais capazes de impulsionar o combate que o nosso país trava contra a pobreza, e apelou para que os graduados continuem humildes e estejam abertos para uma aprendizagem continua. Foi ainda apresentada uma mensagem pelos graduados na qual desenharam o seu percurso desde o início da sua formação, os desafios pelos quais passaram, as experiencias partilhadas, etc. No final a mensagem enaltece o facto de ter valido a pena esta experiencia como testemunham os resultados. O ISEDEL ofereceu aos quatro melhores estudantes deste grupo de graduados, bolsas de estudo para o nível de Mestrado na instituição. filler image

As actividades pedagógicas e administrativas do Instituto Superior de Estudos de Desenvolvimento Local (ISEDEL) passaram a funcionar o Campus Universitário de Tavira, localizado no bairro do mesmo nome, na localidade de Maluana, distrito Manhiça, deixando para trás as instalações arrendadas do Instituto Politécnico Pedagógico do Alvor.
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As novas instalações do ISEDEL, construída de raiz, esta localizado numa zona rural, cerca de 800 metros da estrada nacional número um (EN1), e conta com três blocos, sendo um bloco central que comporta laboratórios, salas de aulas e gabinetes, o bloco esquerdo para serviços administrativos, e o outro bloco a direita, para serviços de administração pedagógica. A escolha deste local para a construção de Campus Universitário, tem como objectivo, oferecer um ambiente mais favorável para o processo de ensino e aprendizagem, e um lugar tranquilo e aconchegante para a população académica.

O Instituto Superior de Estudos e Desenvolvimento Local (ISEDEL) assinou nos finais do ano passado, um memorando de entendimento com a Direcção de Saúde da Cidade de Maputo. O memorando visa acreditar que os estudantes dos vários cursos oferecidos no ISEDEL, com enfoque aos curos voltado para a área de saúde, possam realizar estágio profissionais em instituições subordinadas a esta direcção para aprofundamento dos conhecimentos práticos.
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Na ocasião, o Prof. Dourtor Miguel Marregunla, director adjunto do ISEDEL, disse que esta parceria vai contribuir na formação de profissionais capazes de responder de forma objectiva as necessidades da área de saúde. Por sua vez, a Directora de saúde da Cidade de Maputo garantiu que os estudantes terão devido acompanhamento para aquisição e aplicação dos seus conhecimentos nos em várias instituições subordinadas.

Um total de sete universidades nacionais tem acesso a biblioteca digital para a consulta de artigos científicos, livros, jornais científicos e outras publicações da empresa Astria Learning. Esta possibilidade resulta do memorando de entendimento assinado entre o Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional (MCTESTP) através da plataforma MoRENet e a empresa Astria Leraning para a disponibilização da biblioteca digital para a comunidade académica moçambicana. Com afeito, a comunidade académica nacional passa a aceder a artigos científicos, livros, jornais científicos entre outras publicações através da biblioteca digital disponibilizada pela empresa Astra Learning, sediada nos Estados Unidos da América. Neste momento, são elegíveis sete instituições de ensino superior nacionais nomeadamente a Universidade Eduardo Mondlane (Faculdade de Engenharia), Universidade São Tomás de Moçambique, Escola Superior de Ciências Náuticas, Instituto Superior de Gestão e Negócios, Instituto Superior Politécnico de Manica, Universidade pedagógica (Beira) e Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) delegação de Nacala. De acordo a Astra Learning quer rubricou um memorando de entendimento com o Ministério de Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional através da MoReNet os conteúdos académicos digitais e científicos cobrem diversas áreas de conhecimento que incluem a medicina, negócios (economia e gestão), artes, ciências políticas, religião, filosofia, ciências tecnológicas, entre outras. thumb3
Recordar que o memorando entre as entidades visa o estabelecimento da cooperação técnica e científica para o acesso pelos membros da comunidade acadêmica e científica nacional das instituições beneficiárias dos serviços da MoRENet a conteúdo digital disponível ou a ser disponibilizado na biblioteca digital da empresa Astria Learning. O Secretario Permanente do MCTESTP, Celso Laíce, informou na altura da assinatura do memorando que o acesso ao conteúdo de Biblioteca Digital da Empresa Astria Learning, uma empresa dos Estados Unidos da América baseada no Estado da Florida, será aberto a partir do dia 1 de Outubro de 2018, por um período de dez (10) meses, para todas as instituições nacionais beneficiárias da MoRENet sem custos para o Governo de Moçambique. Deste modo, as actividades a serem implementadas no âmbito do memorando irão contribuir para materialização deste objectivo da MoRENet, uma vez que a Biblioteca Digital da Astria Learning tem disponível mais de 170.000 livros, milhões de artigos científicos e milhares de jornais científicos de editoras e imprensas universitárias de instituições como o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), a Universidade de Cambridge, a Universidade de Harvard, a Universidade de Califórnia, entre outras.


Notas Recentes


  • Capacitação Psicopedagógica do Corpo Docente - dias 15 e 16 de Fevereiro de 2019


  • As renovações de Matrículas e Inscrições para o 1º Semestre de 2019 decorrem de 14 de Janeiro a 31 de Janeiro de 2019


  • As aulas do 1º semestre de 2019 iniciam a 14 de Fevereiro de 2019.